Como base para este trabalho vai ser utilizado um trabalho de gestão de operações que foi feito utilizando a Nepos como base.
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Na apresentação da empresa, no mercado de atuação, senti falta da informação "onde a empresa é forte hoje?". Exemplificando melhor, podemos dizer que atua no mercado de automação de grandes redes de estacionamentos, por exemplo? Acho que essa informação é pertinente para contextualizar a informação no slide 3 - oportunidades. Se atuar em pedágios é uma oportunidade, é porque hoje ainda não atuar nesse setor?
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A conclusão parcial do slide 3 precisaria ser revisada na minha opinião. A crise mundial já passou, o Brasil já resistiu, então podemos afirmar se novos concorrentes entraram ou não no mercado brasileiro, e não mais colocar isso como uma possibilidade. O que acham?
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Eu gostaria de discutir a ameaça de produtos substitutos da análise de Porter. Se há um projeto de lei em estudo, a ameaça já não pode ser baixa em minha opinião. Seria baixa se até hoje não se soubesse de nada que pode substituir o produto. Diante do exposto no slide, eu classificaria como média ou alta essa ameaça. O que vocês acham?
Se vocês concordarem com minha colocação, penso que precisaremos também rever a conclusão parcial do slide.
No caso de ameaças de novos entrantes, concordo que seja alta. Podemos também utilizar os argumentos que o Gelis menciona em seus slides (supply-side e acesso a canais de distribuição).
Acho que seria interessante se o trabalho fosse dividido em um slide apresentando a empresa(que pode muito bem ser o mesmo atualizado), uma força por slide e um concluindo muito rapidamente.
O Bruno deu uma idéia muito boa, na parte da análise da concorrência de utilizar o slide 7 de análise competitiva.
=> Pessoal, acho (Adriana) que as informações dos slides 2, 3 e 4 são pertinentes para essa apresentação. Na minha opinião apresentar todas as forças em um único slide pode ficar legal também. Do mais, temos somente 20 minutos de apresentação, que passam muito rápido.
Como vocês querem trabalhar a dinâmica da apresentação? Pode um só apresentar (nesse caso o Adriano) ou todos temos que falar alguma parte?
Se for necessário, eu posso apresentar uma parte.
=> Concordo (Carlos) também que podemos fazer as alterações propostas pelo Adriano.
A definição do setor (automação) e do mercado de atuação (estacionamentos) é importante...
Quanto ao slide 03, eu, sinceramente, não sei se é necessário...ao contrario do slide 7, que faz bastante sentido, já que há um link direto com uma das forças de Porter...Mas não sei, vejam o que acham.
Entendo que o projeto de lei "pode" mudar a dinâmica do mercado....mas não totalmente. Hoje, por exemplo, eu prefiro, assim como várias outras pessoas, pagar o estacionamento na boca do caixa a usar o "sem parar", por questão de administração financeira hehe...De modo que, na minha opinião, ele não é exatamente um produto substituto porque ele não mata (o conceito não é esse?) o nosso...Me fiz claro?
Desse modo, podemos usar o Projeto de Lei para fazer uma breve analise do PEST...
Outra coisa: No slide 4 o vetor "Ameaça de novos concorrentes" não está invertido com o vetor de baixo "Ameaça de bens e serviços substitutos"?
Por fim...tanto faz a forma de apresentação para mim...só acho (opinião bastante particular) que um apresentador, do inicio ao fim, torna a apresentação mais clara e consistente.
=> (Bruno Faccin) - Adriana, gostei dos seus cometários, concordo com você principalmente quando você diz que o projeto de lei pode ser uma grande ameaça, cheguei a comentar isso com o Adriano e o Carlos no dia em que nos reunimos. Citei o exemplo das tomadas de energia, agora exite um padrão de tomada no Brasil que é diferente de tudo o que tinhamos!! Então acho que tudo pode mudar, mas também concordo que isso não é de imediato.
Acho que podemos apresentar, o slide 2, 3, 4 e 7. Vamos discutir a análise PEST quando formos falar da lei, mas apenas como uma citação, tipo como se fosse a conclusão do slide.
Um outro ponto que gostaria de comentar, eu não diria que a força dos concorrentes fosse baixa, podemos ver principalmente no slide 7, que na análise competitiva da empresa as outras empresas como Link, Prosiga e WPS são muito fortes e custo, confiabilidade e durabilidade. Não devemos ignorar este fato. o que vocês acham??
(Adriano) - Gostei das sugestões, vou tentar ser o mais claro possível, se ficar nebuloso me avisem. Primeiro, é importante saber exatamente o mercado em que a Nepos é mais forte que são os estacionamentos de shoppings centers. Não só é a que tem maior parque instalado(maior número de clientes funcionando) no Brasil, mas também é a que mais vendeu neste ano para este tipo de cliente, mas porquê? Porque a Nepos possui entre seus produtos o smart card, que é aquele cartão de PVC que possui um chip que guarda as informações da estadia do cliente, é o mais confiável sistema para estacionamentos, mas também o mais caro. Se formos discutir clientes que querem utilizar o sistema de código de barras aí a história muda completamente, a principal concorrente que seria a WPS possui um produto que possui o mesmo preço mas com melhor qualidade, aliás é uma das grandes discussões na empresa, onde melhorar este produto para se tornar competitivo. Atualmente o produto que utiliza código de barras só ganha cliente quando este prefere a assistência técnica da Nepos, ou seja, existem clientes que declaradamente compram este produto que eles dizem que é inferior ao do concorrente, só porque a assistência técnica é muito superior. Outro ponto interessante que decide venda é "customização" do produto. Muitos clientes(Shoppings e supermercados) querem uma operação de acordo com o principal cliente(lojas ancoras) dele e nem sempre isto é possível, a WPS é de fora e tem muita dificuldade de se adaptar a novas regras de negócios, a Link possui uma equipe muito pequena que dá conta apenas de pequenos projetos, a Nepos tem uma grande equipe mas por ser um sistema já muito complexo toma muito tempo em pequenas mudanças mas é a mais rápida com projetos grandes, e a Engeltec possui um sistema ainda simples e uma equipe razoável portanto tem grande agilidade em customizações, mas não é uma equipe muuito madura neste ramo portanto peca em qualidade. Acho interessante elencar estes pontos que são decisivos na venda de um sistema.
Quanto ao mercado de pedágios, este é extremamente complicado de se entrar, primeiro porque a grande maioria é apenas comprador de cancelas, funciona por licitação e a cancela da nepos é CARA.
Continuo achando interessante colocar o SINIAV como produto substituto, na época em que foi feito o primeiro trabalho era ainda uma fraca ameaça, hoje em dia a discussão está bem mais interessante e até acho que isto irá acontecer, é claro que os shoppings teriam de querer todos utilizar um novo sistema baseado no SINIAV ou uma nova lei obrigar a isto, ou seja, mesmo que o cliente final prefira pagar no caixa, quem decide o que vai ser ou é o shopping ou é o governo. Bruno, vc pode procurar sobre mais informações sobre o pedágio no chile ? Acho que seria beeeeeem interessante comentar esta modalidade de cobrança.
Quanto a ameaça de novos entrantes eu mudaria para alta, não só entrou a Engeltec este ano, como conseguiram um grande cliente logo de cara com um produto que com certeza ainda não está maduro o suficiente para este mercado. ou seja, basta ter um bom vendedor para entrar no mercado.
Não ligo de apresentar sozinho, aliás acho até interessante porque posso colocar comentários de acordo com as experiências que vou vivenciar na feira, já que todos os getores estarão lá, um dos donos e os clientes mais importantes(não se preocupem porque vou fugir de lá no dia da apresentação).
Espaço reservado para colocar informações sobre o trabalho de Estratégia Empresarial
A Empresa Escolhida foi a Nepos Sistemas de Automação e Controle em Estacionamento e Tráfego
http://www.nepos.com.br/
Como base para este trabalho vai ser utilizado um trabalho de gestão de operações que foi feito utilizando a Nepos como base.
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Na apresentação da empresa, no mercado de atuação, senti falta da informação "onde a empresa é forte hoje?". Exemplificando melhor, podemos dizer que atua no mercado de automação de grandes redes de estacionamentos, por exemplo? Acho que essa informação é pertinente para contextualizar a informação no slide 3 - oportunidades. Se atuar em pedágios é uma oportunidade, é porque hoje ainda não atuar nesse setor?
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A conclusão parcial do slide 3 precisaria ser revisada na minha opinião. A crise mundial já passou, o Brasil já resistiu, então podemos afirmar se novos concorrentes entraram ou não no mercado brasileiro, e não mais colocar isso como uma possibilidade. O que acham?
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Eu gostaria de discutir a ameaça de produtos substitutos da análise de Porter. Se há um projeto de lei em estudo, a ameaça já não pode ser baixa em minha opinião. Seria baixa se até hoje não se soubesse de nada que pode substituir o produto. Diante do exposto no slide, eu classificaria como média ou alta essa ameaça. O que vocês acham?
Se vocês concordarem com minha colocação, penso que precisaremos também rever a conclusão parcial do slide.
No caso de ameaças de novos entrantes, concordo que seja alta. Podemos também utilizar os argumentos que o Gelis menciona em seus slides (supply-side e acesso a canais de distribuição).
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Acho que seria interessante se o trabalho fosse dividido em um slide apresentando a empresa(que pode muito bem ser o mesmo atualizado), uma força por slide e um concluindo muito rapidamente.
O Bruno deu uma idéia muito boa, na parte da análise da concorrência de utilizar o slide 7 de análise competitiva.
=> Pessoal, acho (Adriana) que as informações dos slides 2, 3 e 4 são pertinentes para essa apresentação. Na minha opinião apresentar todas as forças em um único slide pode ficar legal também. Do mais, temos somente 20 minutos de apresentação, que passam muito rápido.
Como vocês querem trabalhar a dinâmica da apresentação? Pode um só apresentar (nesse caso o Adriano) ou todos temos que falar alguma parte?
Se for necessário, eu posso apresentar uma parte.
=> Concordo (Carlos) também que podemos fazer as alterações propostas pelo Adriano.
A definição do setor (automação) e do mercado de atuação (estacionamentos) é importante...
Quanto ao slide 03, eu, sinceramente, não sei se é necessário...ao contrario do slide 7, que faz bastante sentido, já que há um link direto com uma das forças de Porter...Mas não sei, vejam o que acham.
Entendo que o projeto de lei "pode" mudar a dinâmica do mercado....mas não totalmente. Hoje, por exemplo, eu prefiro, assim como várias outras pessoas, pagar o estacionamento na boca do caixa a usar o "sem parar", por questão de administração financeira hehe...De modo que, na minha opinião, ele não é exatamente um produto substituto porque ele não mata (o conceito não é esse?) o nosso...Me fiz claro?
Desse modo, podemos usar o Projeto de Lei para fazer uma breve analise do PEST...
Outra coisa: No slide 4 o vetor "Ameaça de novos concorrentes" não está invertido com o vetor de baixo "Ameaça de bens e serviços substitutos"?
Por fim...tanto faz a forma de apresentação para mim...só acho (opinião bastante particular) que um apresentador, do inicio ao fim, torna a apresentação mais clara e consistente.
=> (Bruno Faccin) - Adriana, gostei dos seus cometários, concordo com você principalmente quando você diz que o projeto de lei pode ser uma grande ameaça, cheguei a comentar isso com o Adriano e o Carlos no dia em que nos reunimos. Citei o exemplo das tomadas de energia, agora exite um padrão de tomada no Brasil que é diferente de tudo o que tinhamos!! Então acho que tudo pode mudar, mas também concordo que isso não é de imediato.
Acho que podemos apresentar, o slide 2, 3, 4 e 7. Vamos discutir a análise PEST quando formos falar da lei, mas apenas como uma citação, tipo como se fosse a conclusão do slide.
Um outro ponto que gostaria de comentar, eu não diria que a força dos concorrentes fosse baixa, podemos ver principalmente no slide 7, que na análise competitiva da empresa as outras empresas como Link, Prosiga e WPS são muito fortes e custo, confiabilidade e durabilidade. Não devemos ignorar este fato. o que vocês acham??
(Adriano) - Gostei das sugestões, vou tentar ser o mais claro possível, se ficar nebuloso me avisem.
Primeiro, é importante saber exatamente o mercado em que a Nepos é mais forte que são os estacionamentos de shoppings centers. Não só é a que tem maior parque instalado(maior número de clientes funcionando) no Brasil, mas também é a que mais vendeu neste ano para este tipo de cliente, mas porquê? Porque a Nepos possui entre seus produtos o smart card, que é aquele cartão de PVC que possui um chip que guarda as informações da estadia do cliente, é o mais confiável sistema para estacionamentos, mas também o mais caro. Se formos discutir clientes que querem utilizar o sistema de código de barras aí a história muda completamente, a principal concorrente que seria a WPS possui um produto que possui o mesmo preço mas com melhor qualidade, aliás é uma das grandes discussões na empresa, onde melhorar este produto para se tornar competitivo. Atualmente o produto que utiliza código de barras só ganha cliente quando este prefere a assistência técnica da Nepos, ou seja, existem clientes que declaradamente compram este produto que eles dizem que é inferior ao do concorrente, só porque a assistência técnica é muito superior.
Outro ponto interessante que decide venda é "customização" do produto. Muitos clientes(Shoppings e supermercados) querem uma operação de acordo com o principal cliente(lojas ancoras) dele e nem sempre isto é possível, a WPS é de fora e tem muita dificuldade de se adaptar a novas regras de negócios, a Link possui uma equipe muito pequena que dá conta apenas de pequenos projetos, a Nepos tem uma grande equipe mas por ser um sistema já muito complexo toma muito tempo em pequenas mudanças mas é a mais rápida com projetos grandes, e a Engeltec possui um sistema ainda simples e uma equipe razoável portanto tem grande agilidade em customizações, mas não é uma equipe muuito madura neste ramo portanto peca em qualidade.
Acho interessante elencar estes pontos que são decisivos na venda de um sistema.
Quanto ao mercado de pedágios, este é extremamente complicado de se entrar, primeiro porque a grande maioria é apenas comprador de cancelas, funciona por licitação e a cancela da nepos é CARA.
Continuo achando interessante colocar o SINIAV como produto substituto, na época em que foi feito o primeiro trabalho era ainda uma fraca ameaça, hoje em dia a discussão está bem mais interessante e até acho que isto irá acontecer, é claro que os shoppings teriam de querer todos utilizar um novo sistema baseado no SINIAV ou uma nova lei obrigar a isto, ou seja, mesmo que o cliente final prefira pagar no caixa, quem decide o que vai ser ou é o shopping ou é o governo. Bruno, vc pode procurar sobre mais informações sobre o pedágio no chile ? Acho que seria beeeeeem interessante comentar esta modalidade de cobrança.
Quanto a ameaça de novos entrantes eu mudaria para alta, não só entrou a Engeltec este ano, como conseguiram um grande cliente logo de cara com um produto que com certeza ainda não está maduro o suficiente para este mercado. ou seja, basta ter um bom vendedor para entrar no mercado.
Não ligo de apresentar sozinho, aliás acho até interessante porque posso colocar comentários de acordo com as experiências que vou vivenciar na feira, já que todos os getores estarão lá, um dos donos e os clientes mais importantes(não se preocupem porque vou fugir de lá no dia da apresentação).